30.000 Ultras Mortos (I) 1

30.000 Ultras Mortos (I)

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Fechamos o ano de 2016 no site descrevendo da praga e ameaça para toda a população, são os ultras torcedores. Já temos tentado alguma vez de voltar ao porquê de esse tipo de detalhes. Eu estou entre aqueles que acreditam que o fenômeno ultra não é mais do que o grau extremo da explicação da popularidade do futebol.

dou às pessoas cínico ou dou às pessoas elitista. Ou bobo, no entanto eu defendo que, na realidade, o futebol como um esporte adora pouca gente. E que o que de fato ‘amo’ é a luta, a ligação emocional, o constatar-se parte de um grupo, de uma ‘tribo’, de vestir-se com tuas cores, participar de tuas vitórias e não diferenciar os fracassos.

Mas de onde vem a coisa? Não tenho dúvida, e de imediato escrevi algumas vezes que, historicamente, foi assumido que o futebol é um espaço em que se aceita a implantação de comportamentos que em outro âmbito que não se permitiriam.

isto É, uma espécie de caixote de lixo, onde um senhor trajeado se poderá subir a um território a gritar ¡ ¡¡FILHO DA Grande PUTAAAAAAA! Mas também é verdade que estes comportamentos, por vezes, se dão em superior ou pequeno proporção, em cada contexto em que afluye público em quantidade suficiente. Na Espanha do século XVII, se as tinham daqui e estacazos entre partidários de diferentes teatros, por exemplo. Efetivamente, e é o que vamos hoje, o primeiro combate com ultras no esporte não teve ambiente no futebol pelo motivo de não tinha sido inventado ainda. Teve espaço em torno de 1.Trezentos anos, mas isso foi muito afastado: 30.000 falecidos foram contados. A coisa, como eu lhes digo vem de antigo.

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Mais ou menos por estas datas serão cumpridas 1.485 anos do instante em que um grande grupo de hooligans tentou tomar o poder de um estado. Eram os tempos do Império Bizantino. O que conhecemos como Romano, ou Romano do Ocidente, havia acabado de cerca de sessenta anos antes.

Evidentemente, neste instante não era como em seus tempos de pujança, nem ao menos o político, nem sequer militar, nem sequer o cotidiano. Mas, ao redor do ano 400, em um combate ‘boa’ entre dois gladiadores reputação e circo cheio, um monge se inclinou para a arena para conminarles em nome de Deus que não é morto.

Os gladiadores pediram instruções pra presidência. Não queria fazer nada contra o monge se lhes trazia má sorte. Mas o público, que tinha sido dobragem o espetáculo, tomou a iniciativa por conta própria: cristão ou pagão, se deitou na areia e linchó o monge, ao que hoje conhecemos como santo e mártir.

Seu pai, em Jerusalém, havia proibido neste momento os Jogos Olímpicos, contudo neste instante por isso não eram o que tinham sido. Ficava um espetáculo: as corridas de carros, que sempre tinham gozado de extenso popularidade. A capacidade do Circo Máximo de Roma alcançou os 130.000 localidades.